quarta-feira, 3 de abril de 2013

Stephanie

  E eu que até pensava que até minha essa disfunção seria. Colaria e encararia. Eu e a doença. Descubro-te e você não sabe se sente frio ou chora. Choro doce, eu choro. Não me larga não, o tom do grude combina com a tua pele e roupas. O trem me larga, e eu fico, fico muito e quase sempre. Milagreira ou só desumana, ou os dois. (com Se Eu Corro de trilha, rs TRILHA).

 "
Sigo a trilha em sua direção. Quando te encontro, aperto tua mão. Digo que não: "Não te largo não." E a gente segue. A caminhada é longa, esperamos a chegada no vagão. Vagão de solidão. Solidão que sou eu sem você. Pude crer nessa imagem, densa e inválida, quão grande é a dor, de não estar do outro lado, ao seu lado. Então não me tire o calor, não me faça sentir frio. Se for pra eu morrer de hipotermia, que eu morra em teus braços. (com Se For Pra Tudo Dar Errado, rs QUERO QUE SEJA COM..." Eu acho que está certo, tomara que não.

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