segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Os jardins.

Os sapinhos, ah! Os sapinhos...
Mal interpretados, sentidos, nunca sentidos.
Os sapinhos precisam ser livres, sem medo.
Os sapinhos não vão te machucar, vai, sem medo.
Sapinhos feiosos, quem não porta a liberdade não sabe.
Eu não preciso ser humilde com sapinhos, quase sou.
Você precisa seguir os sapinhos, joga-te da/na cachoeira e chama os verdinhos!
Verdes? Quem não porta a liberdade não sabe, desconhece a verdade dos limites.
Amem os sapinhos, sem ordem.
Ordenem-se, lindos!
Trilha sem caminho.

Nenhum comentário:

Postar um comentário